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Com serviço de telepresença, Celesc reduz 40% das despesas de deslocamento

Tecnologia é integrada com soluções de vídeo e webconferência por meio de multidispositivos na nuvem; mais mobilidade e flexibilidade são algumas das vantagens

Com a transformação digital o conceito de colaboração ganha força. O que no passado dependia de encontros presenciais para ser debatido, hoje, ocorre quase que sem barreiras, independentemente de onde as pessoas estejam. Conectado à internet, qualquer aparelho permite a troca de ideias com ajuda de soluções de áudio, videoconferência e outras tecnologias que possibilitam a interação entre as pessoas. Ganha força a telepresença, solução que permite realizar reuniões com profissionais de diversos locais e com a mesma qualidade das feitas presencialmente.

Para otimizar o trabalho na Celesc, empresa de comercialização e distribuição de eletricidade de Santa Catarina, que conta com 16 agências espalhadas pelo estado, a Oi sugeriu a implementação do serviço de telepresença em 21 salas de conferência e 20 salas virtuais distribuídas nas principais sedes da companhia. Como resultado, a organização reduziu, no segundo semestre de 2017, 40% as despesas de deslocamentos e reuniões, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

“Era muito comum a vinda de pessoal das unidades para reuniões na administração central. Agora realizamos esses encontros de forma virtual, sem perder a qualidade, com economia de passagens, diárias e tempo dos colaboradores, o que aumenta a produtividade”, diz Nelson Santiago, diretor de gestão corporativa da Celesc. Segundo ele, outro exemplo de utilização do serviço são as reuniões do Conselho de Administração da companhia, que tem integrantes de diferentes cidades de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.

O serviço de telepresença da Oi oferece integração entre videoconferência, telepresença e webconferência por meio de multidispositivos na nuvem, o que garante redução de tempo na tomada de decisão dos executivos. A tecnologia conta com a parceria da Cisco e opera com segurança criptografada. Além disso, pode ser acessada por salas de vídeo de alta resolução, notebooks, tablets ou até smartphones ligados em rede privada ou internet. “A vantagem é a quebra da barreira física: o colaborador não precisa estar presente em uma sala de videoconferência para participar de uma reunião. Com a solução em nuvem o acesso pode ser feito a qualquer hora e lugar”, explica Cátia Tokoro, diretora B2B da Oi. De acordo com ela, a solução vem ao encontro das necessidades atuais de mobilidade, em que os colaboradores podem estar em um cliente ou em uma filial e participar de uma reunião.

Principais ganhos com o uso da tecnologia

– Economia de custos, com redução de despesas com viagens, hospedagem e transporte;

– Mobilidade para os funcionários participarem de reuniões de onde estiverem, aumentando a participação e a colaboração;

– Flexibilidade para ingressar em reuniões remotamente, a partir de qualquer dispositivo, como desktop, tablet ou smartphone;

– Como funciona como uma plataforma de videoconferência e colaboração, pode ser usada também para realizar treinamentos.

Imagem: depositphotos

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