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IoT

4 pontos cruciais para escolher a melhor plataforma de IoT

Contar com  mecanismos de autenticação e operar em cloud computing são dois deles; Internet das Coisas está entre as tecnologias de mais impacto para as empresas até 2020

A Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT) está entre as tecnologias de mais impacto para as empresas, independentemente do porte, até 2020. É o que aponta o estudo Tech Breakthroughs Megatrend (As megatendências de avanço da tecnologia, em tradução livre), feito pela PwC. Em Dubai, por exemplo, a  polícia capturou, em um período de 18 meses, quase três mil pessoas localmente e internacionalmente – graças a um scanner implantado em 2009 no topo de todos os carros policiais. O sensor era capaz de “ler” placas de veículos e detectar, rapidamente, aqueles cujos donos são procurados – desde os que cometeram infrações de trânsito até atividades criminosas.

Isso se deve, pois, ao conectar objetos em uma mesma rede, é possível coletar, acessar e integrar dados de forma mais simples. Assim, as empresas conseguem analisar informações para a tomada de decisões mais seguras e assertivas, e aprimorar as operações, otimizar a força de trabalho e aumentar a produtividade. Mas, para ter sucesso com a tecnologia, é essencial escolher a plataforma certa. Veja a seguir, quatro características da plataforma ideal:

1. Opera em cloud computing

Embora algumas arquiteturas considerem um modelo de conexão local com a plataforma usando servidores dedicados, os modelos em cloud devem prevalecer, pois são economicamente mais viáveis, além de toda a elasticidade e flexibilidade que a nuvem proporciona a conexão das coisas. “A nuvem deve ser o local para a coleta dos dados, processamento, armazenamento, análise e interface das pessoas com os objetivos”, afirma Luiz Faray, diretor de soluções de TI da Oi. Mas, segundo ele, é importante contar com um processamento distribuído com filtros e análise dos dados realizada localmente antes do envio para nuvem.

2. Tem mecanismos de autenticação

Entre as preocupações das companhias em adotar IoT, está a segurança das informações. Por isso, as plataformas devem prever total controle e ownership dos dados (domínio) e é recomendado que tenham um mecanismo robusto de criptografia.

3.  Conta com um conjunto de API

A disponibilidade de APIs (Interface de Programação de Aplicações, ou Application Programming Interface) é essencial. Isso porque pode aumentar muito a usabilidade e integração dos dados das plataformas e aplicações das empresas, tirando o máximo proveito da Internet das Coisas.

4. Dispõe de um marketplace

Outro ponto relevante é a disponibilidade de um marketplace. Isso tornará mais fácil a vida dos desenvolvedores, de modo a integrar funcionalidades e automações já desenvolvidas em “pacotes”. O uso de “bots” e inteligência artificial por meio da aquisição via marketplace aumentará o potencial das novas aplicações.

Imagem: depositphotos

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